Archive for the 'Pessoais' Category

Nossos motivos para imigrar não incluem a aversão ao Brasil.

Eu tento, sempre que possível, não ter uma atitude negativa em relação ao Brasil. Sempre que analisamos nossos motivos para a imigração tentamos evitar o lugar comum, onde só falamos mal do país e o Canadá aparece como uma salvação. Corrupção, violência, vamos fugir…temos pressa, isso me incomoda um pouco, pois vejo a imigração de uma forma bem diferente.

Para nós ela é parte de um processo de crescimento pessoal. Vemos a possibilidade de viver em uma nova cultura, aprender um, ou dois idiomas novos, estudar e evoluir nossa percepção de comunidade e de civilidade. Criando nossos filhos no Canadá estaremos abrindo muitas portas no futuro. Eles poderão decidir, sem barreiras, onde querem morar, estudar ou trabalhar, dentro de um universo bem maior.

Para nós morar no Canadá é uma oportunidade única e muito bem vinda. Fomos capazes e ver e aproveitar essa chance.

São esses, os principais motivos que nos levam a querer enfrentar o frio cogelante e desconfortável de lá, correr atrás de emprego, gastar muito tempo e dinheiro em 2 ou 3 anos de preparação, deixar amigos e familiares para trás, sentir saudade e dedicar 5 a 7 anos de nossas vidas para essa transição. Claro que levamos em consideração todos os outros motivos, como violência, situação econômica do país, etc, mas esses fatores dificilmente serão fortes o bastante para nos tirar daqui.

O Brasil certamente tem defeitos, mas nunca devemos esquecer que também tem qualidades. Algumas dessas qualidades são insuperáveis e estão muito além do que o Canadá pode nos oferecer.

Vá a qualquer praia, caminhe um pouco, tome banho de mar. Coma a comida de sua mãe, tome umas cervejas com seu melhor amigo, com seu pai, fale e escute português. Sinta suas raízes, veja pedaços da sua história em uma esquina, uma escola, um prédio…

Aqui no Brasil nos sentimos casa.

Na minha opinião, se você quer aprender a respeitar uma nova cultura, um novo povo, quer aprender a amar outro país, precisa primeiro respeitar o seu lugar, a sua terra.

Esperamos encontrar no Canadá um lugar longe da perfeição e que irá nos impor muitas dificuldades, mas ao mesmo tempo proporcinará a experiência e a recompensa que buscamos.

Nós vamos imigrar, mas não estamos fugindo de nada.

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Nosso segundo filho deverá ser Canadense.

Somos uma família de 3 pessoas. A Gabriela é nossa primeira filha e já está com quase três anos, quase passando da idade, na nossa opinião, para ter um irmãozinho… ou irmãzinha. Bem, é fato que queremos ter outro filho. Se teremos um terceiro ainda está em aberto, mas o segundo é certo, e provavelmente nascerá no Canadá.

Dia 5 de abril, semana passada fiz 30 anos. A Raquel fará 30 já em julho. Não estamos tão velhos assim, mas nos preocupamos bastante com esses prazos e todo esse período em que a nossa vida dá uma certa parada esperando pelos vistos. Últimamente nos pegamos fazendo várias vezes a mesma conta. Uma tentaviva de calcular quantos anos teremos quando chegarmos por lá e quando poderemos ter outro filho. Fazemos as mesmas perguntas sempre. Será que vale a pena esperar tanto tempo? Não seria melhor “encomendar” logo outro e já ir com os dois para lá? E se o processo atrasar? O que é mais importante?…etc. É uma questão importantíssima na nossa vida que não pode ser deixada de lado.

A verdade é que já decidimos ter o filho só por lá, e faremos logo na chegada, sem demora. Todo o processo de imigração já é bem complicado, nos estressa um pouco, desgasta nossa mente, gasta nossas economias e nosso tempo. Seria muito complicado no momento conciliar uma gravidez e a imigração. Financeiramente, emocionalmente e até fisicamente, ficaríamos focados apenas na nossa família. O processo de imigração seria colocado de lado e provavelmente desistiríamos e nos acomodariamos por aqui mesmo. Já que temos a vantagem de ainda ter 30 anos, podemos prolongar um pouco a espera pelo segundo filho.

Temos total certeza que vamos conseguir realizar nossas metas e até ultrapassá-las. É certo que imigraremos e chegremos por lá no início de 2009. Por lá, conseguiremos nossos trabalhos e nossa estabilidade e…Teremos um filho que já nascerá com uma irmazinha grande, pais mais felizes e realizados e todo um mundo de possibilidades que não teria aqui no Brasil.

Já consigo até imaginar a Gabi ensinando ele, ou ela, a andar de patins no gelo e a falar as primeiras palavras em português.

Abraço a todos…e boa semana.

Daniel

PS. Recentemente vi no blog Terra do Maple um assunto bem parecido. No caso deles é o primeiro filho…e a decisão foi ter por aqui mesmo. Vale uma lida. O Blog também tem outros assuntos bem interessantes sendo abordados.

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A praia…

Estamos indo para a praia, passar o feriado. Engraçado é que depois que comecei a levar mais a sério esssa história de Canadá, comecei a ir mais a praia. Moro numa cidade costeira, com lindas praias, e confesso que já fiquei mais de 1 ano sem pisar na areia…entrar no mar então, devo ter ficado alguns anos sem isso.

Já cortei o cabelo…Segunda vamos tirar as fotos para renovar o passaporte. Até o fim do mês daremos entrada no processo.

Ainda sobre as cidades…Andei pesquisando e Vancouver está praticamente excluída, por causa do “Big One”. Sério mesmo, depois faço um post sobre isso. Calgary também, tá meio fora da lista. Ottawa cresceu no meu conceito depois que resolvi pesquisar mais sobre a cidade. Eita dúvida cruel….
Enfim, bom feriado para todos.

Abraço

Daniel

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Escolha difícil.

Hoje vi no blog Our Great European Adventure, da Alexandra, um post sobre o ranking das melhores cidades do mundo para se viver. Me refiro ao ranking da Mercer que, baseado em um sistema de pontuação, analisa a qualidade de vida em algumas das melhores e maiores cidades do mundo. O ranking coloca Vancouver em terceiro lugar e Toronto em décimo quinto, no ranking de qualidade de vida. Calgary aparece em primeiro lugar no ranking de saúde e saneamento. As diferenças de pontuação são mínimas e são afetadas por fatores como o clima e uma pequena diferença nos índices de criminalidade entre Europa e America do Norte.

Com outras cidades canadenses também aparecendo muito bem colocadas, nosso problema só aumenta. Qual cidade escolher? Tudo parece tão bom a primeira vista, que ficamos perdidos circulando de um lado ao outro do Canadá através do Google Maps. O ideal seria visitarmos pessoalmente algumas das cidades selecionadas, mas já descartamos isso devido ao custo. Nossa única saída é a internet e a “imaginação”. Procuramos fotos, relatos de imigrantes, blogs, notícias, estatísticas, mapas e tudo mais realcionado as cidades que elegemos como alvos. No momento estamos tentando estabelecer critérios para reduzir o número de candidatas para umas 4 cidades, mas quando se compara locais como Vancouver, Toronto e Ottawa, por exemplo, fica muito difícil tomar uma decisão.

Quando comecei a pesquisar sobre as cidades, confesso que não achei Toronto bonita. Na verdade, achei feia mesmo. Cheia de cabos e fios, com muitas placas publicitárias e suburbios muito distantes do centro, ela me pareceu um pouco caótica e suja. Vancouver, no entanto é encantadora. Uma cidade linda, com uma natureza exuberante ao redor, que fica próxima do Hawaii e tem um clima mais ameno que o resto do país. Já a cidade de Ottawa fica na fronteira com Quebec, o que consideramos um ótimo aspecto, além de ter Gatineau logo ao lado. Calgary, segundo um documentário que assisitmos, parece uma cidade do oeste americano. Cheia de vaqueiros e peões, ela perdeu uns pontinhos….E assim seguimos aumentando nossa indecisão.

Obviamente estamos pesquisando também fatores como facilidade de adaptação, transporte, custo de vida, trabalho, mas no final todas acabam se nivelando. Nosso objetivo agora é elaborar uma lista de pros e contras de cada uma das cidades e tentar diminuir a quantidade de “alvos”. A boa notícia é que temos tempo, bastante tempo, já que nem iniciamos oficialmente o nosso processo.

E vocês, que também estão imigrando ou já imigraram, como escolheram a cidade ? Nos contem… : )

Abraços e boa semana a todos.

Daniel

PS. Dia 5 desse mês farei (Daniel) 30 anos. Meu pai, o seu Chico, que recetemente virou leitor desse blog e deu uma enorme injeção de energias positivas no nosso projeto, resolveu que também dará uma injeção de capital. Me deu de presente de aniversário a taxa para o início do processo. Prensentão! Muito bom…assim ficamos mais aliviados para já ir colocando alguma coisa na poupança. Confesso que fiquei com um frio na barriga, pois até o fim do mês estaremos entrando definitivamente na lista de processos em andamento do consulado. Pai, obrigado mesmo, ainda vamos nos divertir muito por lá.

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A Gabi tinha 1 aninho…tá parecendo o Zacarias nessa foto. Lindinha. Foi mais ou menos nessa época que começamos a pensar sobre imigração.

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Retornando…

Não sei bem onde estava com a cabeça quando, nesse post, assumi o compromisso de postar todo dia. Isso seria possível se eu estivesse dedicado só a imigração e a pesquisa, não é a realidade. Nossa vida anda bem confusa, estamos passando por uma transição. Uma mudança, para melhor, na nossa forma de viver. Temos uma “plano” e estamos executando.

Recentemente eu e Raquel resolvemos dar uma virada nas nossas vidas. Não falo da imigração, mas de nossa vida profissional. Ela saiu do escritório de arquitetura em que trabalhava e eu desfiz a sociedade com meu irmão, também de trabalhos realcionados a arquitetura. Desde o começo do ano estamos tentando reorganizar as coisas por aqui. Agora trabalhamos em casa e aos poucos a nossa qualidade de vida vem aumentando. Temos mais tempo com nossa filha, mais flexibilidade de horários e passamos o dia juntos. Hoje, por exemplo, ficamos até as 15:00 horas assistindo a uma apresentação na escolinha da Gabi…Fizeram uma coreografia, onde cada uma das crianças da turma dela era um animal. Ela era a vaquinha e estava linda. O melhor ainda está na minha agenda : ir pelo menos uma vez por semana a praia, em dia de “feira”, e com a Gabi e a Raquel. Só perdemos uma parte da manhã de trabalho facilmente reposta a noite. Isso, com toda certeza, é privilégio de poucos pais.

Tudo está seguindo como planejado, até a parte ruim. Nossa renda, por equanto, caiu um pouco. Mas os gastos também cairam significativamente. Como disse, é uma fase de transição e as coisas acontecerão aos poucos. Pretendemos em breve ficar sem a “empregada” que, na realidade, é uma diarista que vem todos os dias. Será também uma boa redução de orçamento mensal e mais dinheiro na poupança. Vamos tentar nos revezar para cuidar da Gabi e fazer as coisas de casa. Afinal é assim que será no Canadá. Por lá, não teremos nem a família por perto. Porque não começar a adaptação logo agora?

Já estamaos nos mobilizando e praticamente todo dia falamos nessa bendita imigração. Lemos os blogs, jornais canadenses e escutamos a CBC. O Canadá é, definitivamente, a maior parte do plano. Enquanto ainda estamos por aqui podemos fazer muitas coisas, de imediato, para atingir a tão sonhada qualidade vida e nos adaptarmos aos poucos a nova vida que teremos lá. Por enquanto estamos organizando a nosso lar e esperando a hora certa para enviar nossa papelada e iniciar o processo. Acredito que o Canadá ainda demore, um par de anos, para perceber que nós seremos cidadãos de lá e abra suas portas para nós. Até lá vamos viver bem, muito bem aqui no Brasil mesmo.

Daniel.

PS. Por falar em Canadá e imigração, recentemente escutei um programa de 3 capítulos no podcast do programa Ideas da rádio CBC. O programa é execelente e aborda vários temas, nesse caso o tema era “The trouble with tolerance”. Discussões muito interessantes sobre o tema do multiculturalismo, imigração e tolerância.

“The Trouble With Tolerance”

We rant, debate, and we’re full of opinions: Is Canada too tolerant for its own good? Should we tolerate intolerant people? What are the limits to tolerance? In this three-hour series, philosopher Michael Blake, mediator Genevieve Chornenki, journalist Sunny Yi and IDEAS producer Sara Wolch, tackle the nature and meaning of tolerance in a diverse and seemingly tolerant society. “

Vale a pena escutar, além das idéias e do aprendizado, ainda praticamos o inglês.

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Post pra cima…

Hoje li um post bem pra cima. Me passou uma ótima sensação.

Foi o post comemorativo de um blog. A família está lá a 4 anos e marcou a data com esse post. Vale a pena ler. O Blog é bem conhecido e talvez não seja novidade para vocês, mas de qualquer forma aqui está o link e a mensagem otimista.

É assim que me vejo daqui a 4 anos.

Esse é o Blog : Viver não dói (Eva Jucá)

Este é o post : 4 aninhos

Esses dias as coisas estão meio confusas por aqui. Com as chuvas em Fortaleza, vieram também as viroses. Gabi, nossa filha estava meio doentinha semana passada. Agora é a vez da “babá” e secretária aqui de casa. Não tive tempo nem para trabalhar normalmente… os post aqui ficaram parados. Espero que essa semana tudo se normalize.

Abraços a todos.

Daniel

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Violência…

Que país é esse ?…Lendo os comentários no post anterior fica claro que realmente o maior problema quando falamos de dinheiro é mesmo a violência. Temos muito medo de muitas coisas, e com razão, afinal vemos todo tipo de barbaridade nas ruas, jornais, tv… Esse país está uma loucura. Chegamos ao ponto de perder nossa liberdade de expressão. Uma censura cruel imposta pela violência, imposta pela miséria. Falar de dinheiro não é seguro. Ter dinheiro não é seguro. E se formos analisar veremos que somos de classe média…Trabalhadores que com muito esforço estão construindo e alimentando um sonho de uma vida mais digna.

A violência nunca foi um dos pricipais motivos de nossa decisão para imigrar, mas pesa bastante. Cada vez mais. Vamos embora, quando puder. Sem remorso.

Daniel

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Voltando do Carnaval.

Confesso que passar quase uma semana inteira na praia, entre amigos, familiares, nossas crianaças…passar o dia jogando conversa fora, indo a praia, relaxando…nos deixa a pensar bastante na nossa decisão. Muitas questões vem a tona…e acredito que ainda virão muitas vezes, inclusive quando já estivermos por lá. Não sou uma pessoa de raízes fortes…acredito que posso ser “transplantado” de país facilmente, mas em certos momentos me questiono sobre as consequências dessa decisão de imigrar.

Chegamos de viagem na quarta….ontem tentei trabalhar, ler os blogs, notícias, mas estava totalmente fora de ritmo. Precisei de um dia para me recuperar…e hoje já é sexta. : )

Espero que o ano comece mesmo segunda. Por enquanto o clima por aqui ainda é de férias.

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Eu gosto muito de fotos…fiz várias durante a viagem. Essas retratam bem o nosso “clima” no carnaval.

Vou tentar atualizar o blog novamente hoje…e voltar ao ritmo da imigração. Li muitas novidades e notícias boas em outros blogs.

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Recesso de Carnaval…

Estaremos viajando no Carnaval. Na praia…com muita cerveja, churrasco, peixe frito….entre outras gulosemas. Na quarta feira estaremos de volta.

Abraço e bom feriado para todos.

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gabi…na festa da escolinha dela…de Havaina.

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Quem somos … (parte II)

Bem agora vou falar da outra metade deste blog. Meu nome é Raquel, arquiteta autônoma, tentando viver de arquitetura nessa terra chamada Fortaleza. Ô coisa difícil !!! O “mercado” talvez seja um grande vilão, mas acho que é pura desculpa… Sou mesmo é inquieta, extremamente inquieta ! Vivo buscando novas experiências para temperar nossa vida… A rotina me incomoda e a cabeça não pára !!! Deve ser a convivência com o Daniel, que é um ser-pensante-24-horas-do-dia … Não dizem que os casais ficam parecidos depois de certo tempo de convivência?!

Bom, então com tanta energia, a idéia de ir embora, de morar em outro país, de buscar novas experiências é uma constante em nossas vidas. Vivemos, ou melhor, vivíamos pensado nisso até resolver que era fato, e que deveríamos correr atrás desse sonho. Começamos então nossa pesquisa para amadurecer a idéia de sair do país. Primeiro pensamos na Espanha, temos alguns conhecidos por lá e parece que arquitetos brasileiros são bem vindos … O problema é que teríamos que entrar no país com visto de estudante e só depois de trabalhar no “mercado negro” talvez conseguíssemos o visto de trabalho. Achamos isso arriscado demais pra quem vai largar tudo e se mudar com toda a família para outro país…

Mas ai fomos pesquisando, pesquisando… Encontramos então a forma mais “certinha”,digamos assim, de sair do país: O Canadá. Para mudar pra lá existe todo um processo de imigração legalizado, com visto de residência permanete e de trabalho … Foi ai que fiquei louca!!! Descobrindo coisas dia a dia, vendo pessoas (comuns como nós) realizar esse sonho que para nós ainda parece tão longe… Escolhemos o Canadá pelas mesmas razões de muita gente: qualidade de vida, segurança, educação de qualidade para os filhos, aprender outras línguas, vivenciar uma nova cultura… A lista é enorme!

Como o Daniel já falou, temos uma filhinha linda e jamais sairíamos de nosso país como aventureiros, sem ser por meios legais… A Gabi é nosso tesouro e é só nela que pensamos quando decidimos entrar nessa… É isso… Para um primeiro contato tá de bom tamanho… Então até a próxima, see you later, au revoir!

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